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Simpósio EINSTEIN Hospital Israelita – Acidente VoePass – Um Modelo a Ser Seguido

Simpósio EINSTEIN Hospital Israelita – Acidente VoePass – Um Modelo a Ser Seguido

A ABRAPAVAA foi convidada e teve a oportunidade de levar sua experiência no 10º Simpósio Internacional Einstein Hospital Israelita de GERENCIAMENTO DE RESPOSTA EM CATÁSTROFE realizado entre os dias 15 e 17 de maio pp. em São Paulo.

Simpósio necessário e importante trazendo experiências e aprendizados vividos nas mais diversas tragédias e catástrofes por todo o Brasil com a participação de profissionais que atuam e atuaram em linhas de frente, trazendo as necessidades e modelos bem sucedidos e, principalmente, a importância da prevenção, dos treinamentos e simulados para que, se acontecer, as empresas, os municípios, os estados, estejam preparados para, dentro do possível, responderem de forma adequada em especial, às vidas envolvidas e pela preservação das mesmas.

Em minha palestra, levei o tema – Acidente VOEPASS – Um Modelo a Ser Seguido e a exemplar Assistência prestada pela empresa aos Familiares de Vítimas daquele acidente, em 9 de agosto de 2024, com 62 vítimas fatais, em Vinhedo, São Paulo.

Quando a assistência faz a diferença, diante de perdas irreparáveis, há algo que nunca pode ser negligenciado: como cuidamos das famílias.

No Simpósio a ABRAPAVAA trouxe uma reflexão necessária: A assistência prestada pela VOEPASS foi um exemplo de que é possível responder com dignidade, organização e humanidade.

Baseada nas diretrizes da ANAC (IAC-200-1001), a atuação mostrou, na prática, o que muitas vezes fica apenas no papel:

. Resposta rápida

. Comunicação clara e constante

. Presença institucional ativa

. Respeito absoluto às famílias

. Apoio psicológico e religioso

Isso não diminui a dor, mas evita algo ainda mais grave: o sofrimento causado pela ausência de cuidado. A assistência às famílias não é um detalhe. É parte da segurança.

Importante: Transformar esse exemplo em padrão.

A atuação da VOEPASS, alinhada às diretrizes da ANAC (IAC-200-1001), mostrou que:

. É possível ter resposta rápida

. É possível comunicar com clareza

. É possível acolher com dignidade

. É possível evitar o caos

Plano de assistência não pode ser documento de gaveta.

Treinamento não pode ser um mero protocolo.

Família não pode ser tratada como variável secundária.

A ABRAPAVAA tem sido clara:

Sem política pública forte, sem fiscalização efetiva e sem mudança cultural, o problema vai se repetir.

O que acontece com as famílias nas horas seguintes?

Quem acolhe? Quem informa? Quem cuida?

Ao longo dos anos, acompanhando de perto diferentes tragédias, eu vi de tudo:

– Famílias sem informação por horas

– Desorganização total

– Falta de preparo

– Dor ampliada por falhas evitáveis

E isso sempre me marcou profundamente.

Por isso, desta vez, algo me chamou atenção. Foi diferente.

Estamos falando de pessoas. De famílias. De vidas que continuam — ou tentam continuar — depois do impacto.

E, eu não falo disso apenas como observadora. Eu falo como alguém que já esteve do outro lado.

Eu conheço, na prática, o peso de cada decisão — ou da ausência dela — nas primeiras horas após um acidente.

E é por isso que, para mim, assistência às famílias nunca foi um tema técnico.

Sempre foi — e sempre será — uma questão profundamente humana.

A ABRAPAVAA, alinhada às diretrizes da ANAC (IAC-200-1001), mostrou que:

. É possível ter resposta rápida

. É possível comunicar com clareza

. É possível acolher com dignidade

. É possível evitar o caos

Plano de assistência não pode ser documento de gaveta.

Treinamento não pode ser um mero protocolo.

Família não pode ser tratada como variável secundária.

A ABRAPAVAA tem sido clara:

Sem política pública forte, sem fiscalização efetiva e sem mudança cultural, o problema vai se repetir.

O que acontece com as famílias nas horas seguintes?

Quem acolhe? Quem informa? Quem cuida?

Ao longo dos anos, acompanhando de perto diferentes tragédias, eu vi de tudo:

– Famílias sem informação por horas

– Desorganização total

– Falta de preparo

– Dor ampliada por falhas evitáveis

E isso sempre me marcou profundamente.

Por isso, desta vez, algo me chamou atenção. Foi diferente.

Estamos falando de pessoas. De famílias. De vidas que continuam — ou tentam continuar — depois do impacto.

E, eu não falo disso apenas como observadora. Eu falo como alguém que já esteve do outro lado.

Eu conheço, na prática, o peso de cada decisão — ou da ausência dela — nas primeiras horas após um acidente.

E é por isso que, para mim, assistência às famílias nunca foi um tema técnico.

Sempre foi — e sempre será — uma questão profundamente humana.

A ABRAPAVAA segue atuando para que a assistência às vítimas e familiares seja tratada como política pública — estruturada, fiscalizada e permanente.

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