
Em uma negociação – seja ela em causa própria ou pela empresa -, as emoções sempre estarão presentes, assim como conceitos pré-estabelecidos. Embora o problema seja uma situação distinta das pessoas, a tendência é misturarmos tudo como se fosse uma coisa só. Quando focamos apenas no problema, com o objetivo de encontrarmos uma solução que atenda com êxito os interesses de todos, deixamos de nos ver como inimigos e assumimos atitudes colaborativas.
A escuta ativa é uma técnica de comunicação onde as pessoas se sentem ouvidas de fato, pois o ouvinte interpreta, aprende e compreende o conteúdo e sentimentos da mensagem que recebe. Dessa forma, as pessoas se sentem valorizadas, mais flexíveis e abertas. O incrível é que tanto quem fala quanto quem escuta são igualmente beneficiados.
‘’Vestir o chinelo do outro” é ter empatia pelo outro. Trata-se de uma habilidade na qual você tem que se despir de suas razões, ideias e pensamentos para “saber pensar a partir da ótica do outro”, sem julgamentos, compreendendo os sentimentos envolvidos. Pratique e você verá como vai melhorar suas relações com os colegas de trabalho, com seus clientes, fornecedores, amigos e sua família.
Quando nos envolvemos em uma negociação, frequentemente ficamos discutindo as posições – em geral, antagônicas – e nos arrastando em conversas improdutivas sem chegarmos nos reais interesses dos envolvidos. A história da laranja fala exatamente sobre isso! Pergunte e entenda os interesses antes de pensar em uma solução.
Quando o foco está nos interesses, a criação de opções de solução para um determinado conflito é favorecida. Todas as partes participam democraticamente e tem igual responsabilidade nos resultados.
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